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Évenements

Camp Lorraine à Volmerange-lès-Boulay

Dates et lieu de l'évenement
Lieu: 
Volmerange-lès-Boulay
Date(s) de l'événement: 
Ve, 19/08/2016 (Toute la journée) - Di, 21/08/2016 (Toute la journée)

23 juillet 2016 – Festival StopMines – journée mondiale contre la méga industrie minière

Dates et lieu de l'évenement
Lieu: 
Bord Saint Georges
Date(s) de l'événement: 
Sa, 23/07/2016 (Toute la journée)
3ème édition du Festival contre les projets miniers, réservez votre week-end !

Au programme : conférences, projections, marché des artisans, animations pour petits et grands, et concerts le soir.

TRACT_WEB

22 juillet 2016: Journée internationale contre la méga-industrie minière

Dates et lieu de l'évenement
Lieu: 
Monde
Date(s) de l'événement: 
Je, 21/07/2016 (Toute la journée) - Sa, 23/07/2016 (Toute la journée)

En 2009, les opposants à la mine d’or du Cerro de San Pedro au Mexique inauguraient la journée internationale contre la méga-industrie minière devant l’ambassade du Canada à Mexico DF.

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Invitation au forum contre les gpii Bayonne 15 au 17 juillet

Dates et lieu de l'évenement
Lieu: 
Bayonne (Pays Basque Nord)
Date(s) de l'événement: 
Ve, 15/07/2016 (Toute la journée) - Di, 17/07/2016 (Toute la journée)
Au Pays basque, nous participons au réseau contre les grands projets inutiles et imposés (gpii) depuis sa création.
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Tous les événements

Date(s) de l'événement
Camp Lorraine à Volmerange-lès-Boulay Ve, 19/08/2016 (Toute la journée) - Di, 21/08/2016 (Toute la journée)
23 juillet 2016 – Festival StopMines – journée mondiale contre la méga industrie minière Sa, 23/07/2016 (Toute la journée)
22 juillet 2016: Journée internationale contre la méga-industrie minière Je, 21/07/2016 (Toute la journée) - Sa, 23/07/2016 (Toute la journée)
Invitation au forum contre les gpii Bayonne 15 au 17 juillet Ve, 15/07/2016 (Toute la journée) - Di, 17/07/2016 (Toute la journée)
Bloquer le sommet du pétrole offshore ! Sa, 02/04/2016 - 09:00 - Je, 07/04/2016 - 17:00
Les révoltés d’In Salah, en Algérie Ma, 19/01/2016 - 19:00 - 21:00
Rencontre avec Anna Bednik pour son livre Extractivisme Ma, 12/01/2016 - 19:00
Ligne de train menacée - double tunnel de Tende : quel avenir pour la Roya? Sa, 12/12/2015 - 19:00
Atelier "le schiste ce n'est pas fini", à Montreuil les 5 et 6 décembre Sa, 05/12/2015 - 10:00 - Di, 06/12/2015 - 18:30
Mouvements de l'eau au sommet des peuples - COP21 Sa, 05/12/2015 (Toute la journée) - Di, 06/12/2015 (Toute la journée)

Derniers communiqués

Ante el peor desastre minero de Canadá el M4 comunica

Date de publication: 
Jeudi, 14 Août, 2014
Par: 
Movimiento Mesoamericano contra el Modelo extractivo Minero – M4

logo-m4-nuevoEste 4 de agosto de 2014 se ha registrado uno de los desastres mineros más grandes de la historia de Canadá cuando colapsó el dique de colas de la mina Mount Polley, en la provincia de Columbia Británica. Esta mina es propiedad de la empresa Imperial Metals Corp y del petrolero Murray Edwards, una de las personas más ricas del país, quien vio desplomar las acciones de su empresa un 44 por ciento en la Bolsa de Toronto.

El colapso de la presa de jales derramó 15 millones de metros cúbicos de aguas residuales, lodos y metales pesados, lo que equivale a 6 mil piscinas olímpicas vertidas al arroyo Hazeltine que desemboca en el lago Quesnel.

Las autoridades canadienses prohibieron el uso de agua de aguas superficiales y subterráneas a los pobladores locales. El impacto sobre la producción de salmón podría ser irreversible así como otros daños ambientales. Según el Inventario de Medio Ambiente del Consejo Canadiense de Emisiones Contaminantes, la mina Mount Polley generó solo durante 2013, 403 mil kg de arsénico, 38 mil kg de plomo y 600 kg de mercurio, entre otras sustancias tóxicas. Se calcula que tan solo por compensación a los daños ambientales podría superar varios cientos de millones de dólares. El presidente de la empresa ha admitido públicamente que no tiene los recursos económicos disponibles para cubrirlo.

La mina a tajo abierto de cobre, oro y plata opera desde 1997 en medio de otras 50 minas en la provincia donde ya se habían registrado otros derrames y preveía producir durante 2014 alrededor de 47.000 onzas de oro, 44 millones de libras de cobre y 120.000 onzas de plata.

El desastre de la mina Mount Polley casi en el mismo momento que acontecieron otros dos lamentables episodios: el rebalse del dique de colas de la empresa minera Santiago Apóstol, ubicada en Potosí, Bolivia, el cual derramó cerca de 30 mil toneladas de desechos minerales a lo largo de 20 km, y aún no se tiene certeza respecto a cuánto de ese material tóxico llegó hasta el río Pilcomayo. El otro evento se produjo cuando empresa Buenavista del Cobre ubicada en el mexicano estado de Sonora registrara una “falla” en la tubería de una represa denominada Tinaja, derramando 40 mil metros cúbicos de desechos de lixiviados llenos de residuos químicos que afectan directamente las aguas de los ríos Bacanuchi y Sonora, en el norte del país.

Cada uno de estos “accidentes” demuestran los altísimos daños que el Modelo Extractivo Minero ocasiona. Demuestra también el falso discurso “verdes y sustentable” de los empresarios mineros y la nula “responsabilidad social corporativa”, cuando prácticamente desde los inicios las comunidades donde se implantan crean graves enfermedades a la población y terribles conflictos sociales y de inseguridad. Otra conclusión que podemos sacar de estos hechos es la deficiente regulación que ostentan tanto el gobierno canadiense como de los gobiernos de Latinoamérica en materia minera, quienes solapan y protegen a este tipo de megaproyectos en beneficio de las empresas y no de sus poblaciones.

Rebuts radioactifs sur un camping près de La Baule (44) : le Collectif Mines Uranium s'inquiète

Date de publication: 
Mercredi, 6 Août, 2014
Par: 
Collectif Mines Uranium (CMU)

Communiqué du Collectif Mines Uranium (CMU) du 6 août 2014

Dans un courrier adressé le 9 juillet 2014 au préfet de Loire Atlantique, le laboratoire associatif de la CRIIRAD*, demandait une intervention urgente des autorités pour le camping du Parc de Guibel à Piriac-sur-Mer en raison de la présence de déchets radioactifs issus de l'ancienne mine d'uranium de Pen ar ran.

Corinne Castanier, chargée de recherche en radioprotection à la CRIIRAD, s'étonne qu'aucune intervention n'ait été réalisée avant la saison 2013 alors que les relevés de terrain du rapport AREVA remontent à octobre 2012 et confirment “la présence de stériles uranifères notamment au niveau de l'allée principale et des emplacements “. C'est donc une deuxième saison estivale qui s'engage alors qu'AREVA a connaissance des problèmes de contamination du camping. Le débit de dose est jusqu'à 20 fois le bruit de fond naturel d'après le rapport AREVA !

Día Mundial contra la Mega-minería en Brasil (en portugués)

Date de publication: 
Mercredi, 30 Juillet, 2014
Par: 
Rede Justiça nos Trilhos

VI Encontro Regional dos Atingidos pela Mineração

Já não podemos calar.
Chega o tempo de vencer,
Chega o dia de lutar sem morrer.
A única forma de vencer a morte é enfrentá-la
O único jeito de vencer é lutar
O único modo de fazer justiça é continuar lutando.
Assim viveremos eternamente.
(Ademar Bogo)

Foi entre mobilizações, estudos, debates, intercâmbios, poesias e músicas que aconteceu o VI Encontro Regional dos Atingidos pela mineração e o IV Encontro da Juventude Atingida pela Mineração (EJAM). Os dois encontros foram realizados nos dias 18 e 19 de julho, em Marabá – PA. Cerca de 150 jovens e adultos do Maranhão e Pará refletiram, debateram e elencaram planos sobre os impactos da mineração.
Os dois estados estão inseridos em um dos territórios mais impactados pelas atividades de extração, transporte e escoamento do minério de ferro. Para Danilo Chammas, advogado da Rede Justiça nos Trilhos, existe hoje no Brasil uma política que o coloca como exportador de riquezas. “Mais de 50% do minério de ferro que a Alemanha importa sai do Brasil; desse, boa parte é extraído do Pará. A Alemanha é líder na produção de peças para automóveis, com isso, as peças que são produzidas com matéria-prima do Brasil, retornam mais encarecidas para nós”. 
Há muitas ambiguidades na gestão político-econômica do plano nacional de mineração. Entre eles, a flexibilização da legislação, a privatização de serviços e o financiamento de empreendimentos e grandes projetos com dinheiro público. Os movimentos sociais e as comunidades encontram-se num contexto adverso e denunciam a crescente violência ambiental nos territórios onde há exploração mineral. Durante o Encontro dos Atingidos pela mineração, os moradores de comunidades rurais e urbanas do Pará e Maranhão se identificaram como vítimas de dezenas de impactos.
Destruição do ambiente, violação dos direitos de ir e vir e do direito à informação, poluição, violência, ausência de políticas públicas. Qual a relação desses problemas com a mineração? Para Raimundo Gomes da Cruz, do CEPASP, desde 1984 começou a preocupação com as questões ambientais ligadas à implantação de grandes projetos. “A barragem de Tucuruí, por exemplo, gerou impactos que até hoje não foram reparados. Comunidades inteiras deram lugar ao interesse pela geração de energia. Muitas dessas pessoas ainda hoje vivem sem energia elétrica. Essa é a farsa das grandes empresas, para implantar a desgraça em nossas terras”.  Ele conta que também acompanhou a construção da Estrada de Ferro Carajás (EFC), um projeto que desestrutura as comunidades por onde passa.
Segundo Danilo Chammas, a maioria desses empreendimentos, assim como a duplicação da EFC, o mais novo projeto da empresa Vale S.A. em andamento, são realizados de forma ilegal. “Entretanto, o lado bom é que a legislação dos direitos humanos garante que os direitos sejam reparados de forma integral. Então precisamos nos antecipar, quanto à chegada de novos empreendimentos em nossa região”.
Na semana que antecedeu o Dia Mundial contra a Mineração, comemorado no dia 22 de julho, os participantes do Encontro Regional dos Atingidos pela Mineração dialogaram e refletiram sobre um futuro sem mineração ou um futuro onde os recursos naturais sejam usados de forma sustentável.

Terre d’aucune mine

Date de publication: 
Samedi, 26 Juillet, 2014
Par: 
Collectif vigilances Villeranges

Terre d’aucune mine

Ce samedi 26 juillet, au lieu-dit La Nouzière, commune de Lussat (450 habitants) dans la Creuse, plus de 500 personnes ont participé au Festival international No Mine’s Land (Terre d’aucune mine), organisé à l’occasion de la Journée Mondiale contre la Méga-industrie minière. L’objectif de ce rassemblement était de manifester le refus catégorique de la relance (et du redressement !) de l’activité minière dans la Creuse, incarnée par le PER de Villeranges, ainsi que l’opposition à tous les projets miniers, ici et ailleurs. Un marché bio, une balade botanique à l’Etang des Landes, des conférences-débats, des projections, des mises en scènes, des concerts d’artistes engagés contre les mines, etc., ont ponctué cette journée de mobilisation. A cette occasion, les participants - parmi lesquels les acteurs des luttes anti-mines d’autres régions de France (Sarthe/Mayenne et Guyane) et du monde (Mexique, Equateur) - ont exprimé leur solidarité avec tous les combats menés par ceux et celles qui refusent que leurs territoires soient transformés en zones de sacrifice par l’extractivisme. Autant de nouvelles zones à défendre…

Collectif de vigilance sur les projets miniers creusois (organisateur du festival) et Collectif ALDEAH

L'appel à mobilisation de la journée mondiale et les événements ayant eu lieu dans le monde : http://www.aldeah.org/fr/22-juillet-2014-journee-mondiale-contre-la-mega-industrie-miniere 

Diaporama photos : https://plus.google.com/photos/116361351708061179093/albums/6040525347880557841?authkey=CPr_x_7K79vqwAE